YUMBANDHÊ

YUMBANDHÊ

domingo, 14 de fevereiro de 2016

DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 13

FRATERNIDADE MÉDICA DO ESPAÇO

Bem, primeiramente é extremamente oportuno esclarecer que o objetivo dos Mentores de Luz, dentro das correntes médicas e das Fraternidades dos Médicos do Espaço, não é o de concorrer com a medicina da Terra, tirando a sua importância. E nem é a sua tarefa principal a de propiciar a cura das doenças que acometem o corpo físico. Todo e qualquer paciente que sofre de qualquer mal, tanto orgânico quanto psicológico, deve ser orientado a buscar o tratamento clínico e terapêutico conveniente, com os profissionais adequados. 

Quando as curas do corpo material ocorrem por intermédio destes Benfeitores, isso acontece, na maioria das vezes, para que sejam postos à prova os preconceitos e o ateísmo de muitas pessoas (e do próprio doente, quando é o caso) que ainda desacreditam da existência da Vida no Mundo Espiritual e, principalmente, dos que não acreditam na Providência Divina. Os Guias e Mentores de Luz buscam, primordialmente, fortalecer espiritualmente os enfermos, direcionando recursos terapêuticos para tratar das cicatrizes no Corpo Espiritual dos pacientes, restaurar, dentro do possível, as matrizes energéticas que regulam o funcionamento do organismo espiritual e, consequentemente, diminuir o sofrimento, as dores e o desconforto no corpo físico, o qual é [o corpo físico] uma extensão direta do Espírito. 

Os Benfeitores formam e coordenam no Plano Espiritual, grandes agrupamentos de Espíritos que foram, em todas as épocas da Humanidade, ligados à prática da medicina e da cura, de uma maneira geral. Estes Seres de Luz, formam as Correntes e Fraternidades dos Médicos do Espaço. Dois de seus principais e mais conhecidos Mentores são: José de Arimatéia e Dr. Bezerra de Menezes. Junto destes, vários outros, anônimos ou não (sejam espíritos militantes das correntes kardecistas ou das correntes de umbanda) desenvolvem no Plano Espiritual um trabalho de acolhimento e tratamento de doentes, tanto encarnados quanto desencarnados. 

DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 12

MESTRES ASCENCIONADOS

(Mestres Ascensos) ou avataras (do sânscrito avatara, que significa “descida”; de avatarati, “ele desce”; de ava, “longe” + tarati “ele atravessa”) é um termo esotérico que define um grupo de seres que alcançaram grande evolução epiritual, após diversas encarnações como seres humanos.

O termo surgiu no século XIX, em 1877, nas obras da esoterista russa, Helena Blavatsky:  São chamados de mestres porque orientam espiritualmente os seres que estão em busca de evolução espiritual na Terra; e ascencionados porque já encarnaram e evoluiram hierarquicamente, afastando-se das limitações do plano terreno em direção à Luz, à ascensão espiritual. A ascensão diz respeito à busca de um Amor incondicional pela vida, numa quantificação mínima de 51% de Karma negativo, transcendido pelo Dharma; os outros 49% são equacionados em serviços de devoção à humanidade, em níveis de oitavas superiores. O trabalho dos mestres é o de despertar a consciência crística, o Cristo na consciência de cada um. O trabalho dos mestres diz respeito ainda ao auxílio na libertação da Roda das Samsaras ou do ciclo de reencarnações, no qual a humanidade estaria aprisionada. Os mestres orientam a humanidade na busca de evolução espiritual e de conscientização da necessidade dessa transcendência. Segundo a hierarquia cósmica, os mestres situam-se entre Deus e anjos.

Segundo o esoterismo, a ascensão é o objetivo primordial dos seres encarnados na Terra, ao final da qual a alma já não mais precisa existir no tempo e no espaço, é um momento de confraternização com o Espírito Santo e a presença Eu Sou.

MESTRES ASCENCIONADOS são a hierarquia superior. Eles estão entre Deus e os Anjos. Quando falamos com os anjos, quando pedimos alguma coisa para eles, na verdade, estes seres alados não tem autonomia para resolver o problema, assim eles pedem permissão para os Mestres Ascencionados para realizar o pedido. Evidentemente, estamos falando de um pedido que venha interferir no kharma. Quando se trata de um assunto simples, aí os anjos podem tratar por si mesmos.


Eles foram humanos e trouxeram uma mensagem de Deus - e todos foram reconhecidos como ENVIADOS. Depois que deixaram de existir em nosso plano físico, continuaram sendo mensageiros de Deus, em esferas mais elevadas. Eles pertencem á GRANDE FRATERNIDADE BRANCA, e continuam auxiliando a humanidade se esta assim o deseja.





DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 11

O QUE É A "GRANDE FRATERNIDADE BRANCA" ?

É a fraternidade hierárquica celestial, composta dos seres etéreos de Luz, unidos ao UM: Os Elohim, os Arcanjos, os Anjos, os Santos e Sábios Mestres Ascensos que são os Filhos de Deus já ascensionados na Luz, e unidos ao Espírito do Deus vivente, formam os exércitos do Senhor, e também os 144.000 seres de Vênus que se juntaram ao amado Sanat Kumara para libertar a terra das trevas.
Fazem também parte da Grande Fraternidade Branca, chelas dos Mestres Ascensos que não atingiram a ascensão, indivíduos que lutam para ajudar a evolução das almas da Terra para que elas encontrem o caminho da luz. 
O objetivo desta fraternidade é manter acesa a chama da sabedoria, do amor e do poder de Deus na Terra, a Chama Trina, e ensinar ao discípulo os ensinamentos esotéricos dos Mestres Ascensos, um estudo sério sobre os mistérios do nosso planeta e do universo que nos cerca. É o estudo dos mistérios de Deus. É uma ciência para aqueles que "estão prontos" para recebê-la, os que amam a verdade, os místicos, aqueles que anseiam uma aproximação maior com o Criador. Esta é a hora destes ensinamentos serem compreendidos por muitos, a grande hora do conhecimento quando muitos estão preparados para recebê-lo.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 10

O DESDOBRAMENTO DOS ORIXÁS

Sabendo-se que os Orixás estão em um plano muito superior ao nosso, os regentes da coroa do médium, regem, se manifestam e influenciam depois de atravessar vários planos e sub-planos do nosso sistema.

A característica principal ou original, dos Orixás se “perde”, se transforma e se traduz, através do astral no “caminho”, sendo “filtrado” por cada plano ou sub-plano e logicamente pela natureza vibratória que vai passando, adquirindo com ela um resíduo de cada momento astral, ditado pela faixa vibratória transitada. Isso tudo também explica as diferentes interpretações que encontramos entre os umbandistas, sobre o que vem a ser Orixá.

Como nós vivemos num plano bem inferior, onde precisamos evoluir muito, se faz necessário que o Orixá se desdobre em vibrações de característica naturista, ou seja, de origem fluídica da natureza, para se manifestar em seres encarnados ou de densidade equivalente.

Pensemos a princípio nos Sete Orixás Básicos que se manifestam em nível de terreiro, ou seja, de incorporação: Oxossi, Ogum, Xangô, Omulu, Oxum, Iemanjá e Iansã.

Os Sete Orixás básicos ao se combinarem formam outros Orixás os quais chamamos de desdobramentos do Orixá ou Orixás que foram combinados, mas mesmo assim ainda não são estes que se manifestam em nível de terreiro, mas sim os seus enviados.

O único Orixá na Umbanda que não tem desdobramentos é a Orixá Iansã, pois as suas combinações são tão rápidas que não criam reinos, mas apenas manifestações rápidas desta conjugação, não chegando a formar ou fixar-se durante muito tempo a ponto de formar um novo Orixá que seja desdobramento Dela. Outro motivo para isto é o próprio elemento por Ela representado: o Ar. O Ar não se desdobra, não se fixa, mas mistura-se aos demais elementos, entretanto sem mudar a sua essência. O Ar em movimento é o vento que causa mudanças rápidas e essas mudanças são a própria Orixá. Iansã manifestada na força da natureza... É o próprio movimento, a própria mudança.

Quando os Orixás se combinam, se unem e se conjugam temos os diferentes desdobramentos que são manifestados, em nível de terra, através do encontro de um reino com outro, ou manifestações de força da natureza, que em terreiro também recebem nomes diferentes. E encontraremos na combinação dessas forças harmonia e equilíbrio.

O que podemos compreender de tudo acima exposto é que os Orixás (ou a energia dos Orixás), depois de atravessarem os diversos planos e sub-planos e chegarem até nós, apresentam infinitas formas de auxilio, através de suas combinações e desdobramentos, apresentando-se nos terreiros de diversas formas, configurações e nomes.

DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 9

                       Omolu e seus Desdobramentos


Um dos desdobramentos mais conhecidos de Omulu é o Orixá Obaluaê e outro são os famosos e queridos Pretos Velhos.

Por seu tipo de energia atrair tudo para si, e sugar as energias negativas transformando-as em positivas, transmutando e transformando tudo que nela (terra) toca e entra é por isso que Ele não “vai” a outros Orixás, mas os outros é que “vem” a Ele.

Por tudo isso é que afirmo que confundir o Orixá Omulu com Exu é no mínimo incoerente, entretanto compreensível, pois para entender Sua Magnitude é preciso exercício mental, e isto poucos estão dispostos a fazer.

Sendo o Orixá que permanece no limite entre vida e morte, também foi associado a saúde e doença. 

Dentro de uma coerência e lógica, você acha realmente que Deus teria enviado um raio a terra cuja função fosse nos trazer doenças? 

A sua associação a saúde está justamente em função de ser da terra que brotam as ervas curadoras, mas estas são de Oxossi. 

Bênçãos de Omulu, sem dúvida, mas pertencem a Oxoce, este sim o Orixá da Cura, da Saúde.

Por outro lado a função de Omulu junto a área da saúde também se justifica pelo fato de ser ele o absorvedor e transformador de todas as energias negativas geradas e atraídas por qualquer doença em energia curadora, utilizada e manipulada por Oxossi.

Ele é o Senhor da Terra, Mestre da Magia. 

Energia emanada por Zambi, O Criador para destruir os malefícios gerados pelas doenças ou por qualquer tipo de magia e/ou enfeitiçamento.

É Orixá de transformação energética mágica, de toda energia produzida de forma natural ou artificial, ou seja, transformador da energia natural (toda energia que seja emanada da natureza ou do nosso próprio pensamento) e da artificial que é a fabricada através das oferendas. 
Ele transforma tudo e descarrega para a terra, que transforma e transmuta em energia positiva devolvendo para o astral de forma limpa.

É o único Orixá que trabalha em todas as sessões (giras) mesmo que não tenha sido evocado. 

Por exemplo, Oxossi descarrega até um certo nível, a partir daí o Senhor da Terra entra em ação, mesmo que não tenha sido invocado. 

O que reforça a importância da necessidade de nos harmonizarmos com todos os Orixás, pois eles trabalham, atuam e interagem em absoluta e total harmonia o tempo todo.
Orixá da transição para a vida astral. 

Senhor dos segredos da vida e da morte.

 Mestre das Almas.

Em função de sua característica básica ser de nos trazer a consciência cármica, e ser o Orixá do tempo e da lentidão, o Orixá Omulu foi associado ao planeta Saturno, que rege o sábado, e por extensão é o dia em que cultuamos Omulu na Umbanda.

Por ter como elemento a terra e ponto de fixação o Cemitério (Calunga pequena), infelizmente é confundido por muitos com Exu, entretanto trata-se de Orixá de grande luz o qual devemos respeitar profundamente como a todos os outros Orixás.

 Se Exu é o grande manipulador das forças de magia, o Senhor Omulu é o Mestre.
Sincretizado com São Lázaro, chamado o médico dos pobres, tem o seu dia comemorado em 17 de dezembro.

DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 8

                      OXUM E SEUS DESDOBRAMENTOS


Orixá do sentimento, da harmonia, da concórdia e do equilíbrio emocional. 
Tem como reino as cachoeiras e rios. Suas enviadas são chamadas de “Senhora das águas doces”.  Orixá que protege a criança ainda no ventre materno. Tem por elemento a água, sua cor é o azul piscina ou Royal, seu dia é 8 de dezembro por ter sido sincretizada no Rio de Janeiro com Nossa Senhora da Conceição, e seu dia da semana é segunda-feira por ter sido associada à *Lua*, astro regente do dia, e é o astro da emoção. Saudação: Ora iê iê ô! = "Salve benevolente mãezinha!" Em função dos caminhos que as águas doces percorrem, encontramos os seguintes desdobramentos desta Iabá (Orixá feminino) na Umbanda.
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Oxum Iara (ou simplesmente Oxum) – cor azul piscina. 
Rege as cachoeiras e rios.  É a essência da Oxum. Sentimento, amor, concórdia, harmonia e união. Suas águas passam no meio do reino de Omulu (terra), formando assim os rios, por isso ela “carrega” as Almas.
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Oxum Marê – cor azul marinho.  Rege o encontro das águas do rio com o mar. 
São as águas turbulentas.  Em termos de significado e tradução para as nossas vidas, é o encontro do passado com o presente, de uma essência com a outra.  Provocando a revisão de sentimentos (Oxum), turbulência de sentimentos (choque das duas águas), relacionados a nossa formação familiar (Iemanjá - mar). Trabalha em harmonia com Iemanjá.
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Oxum Diapandá – cor verde água ou verde mar. Rege a superfície das águas salgadas, trabalha em harmonia com Iemanjá. Na sua compreensão de atuação junto a nós é quando após a revolução de sentimentos (Oxum Marê), nos acomodamos na placidez das águas superficiais, sem grande envolvimento de sentimentos profundos, entretanto mais voltados aos sentimentos e aspirações materiais. Considerada popularmente como sendo somente a Orixá do amor, é na realidade a Orixá do misticismo, do sentimento, da concórdia e harmonia. Muitos cultuam o Orixá Omulu na segunda-feira em função das Almas, mas lembramos que as águas da Oxum correm onde?  Na terra. Que é de quem? Omulu.  Com relação a isto, muitos já devem ter observado uma certa sensação melancólica, não chega a ser tristeza, mas uma “emoção”, muitas vezes indescritível, conjugada com a vibração de incorporação de Oxum. Algumas enviadas choram ou vertem água dos seus olhos. Isto tudo se deve ao fato das águas correrem pela terra de Omulu, “carregando” com elas as Almas, das quais Omulu é o Mestre e Senhor, mas que em contato (conjugação) com Oxum, traduzem em nível de terreiro e incorporação, nesta “melancolia” que às vezes sentimos. Por isso as Almas vibram em segunda vibração na segunda-feira dia de regência da Oxum. Características dos regidos por Oxum: geralmente são pessoas dóceis, sensíveis e místicas. Costumam ser também muito emotivas, envolvendo-se e preocupando-se com os outros, ás vezes, esquecendo-se até de si mesmas.
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As palavras chaves para a Lua são energia nutritiva. 
A característica destacável da Lua é sua qualidade feminina, receptiva. 
A Lua representa o profundo, o silencioso, o noturno, o aquático.
Representa também a emoção, aquilo que está dentro de nós, estruturado, desde cedo. 
São os reflexos emocionais, os comportamentos automáticos e instantâneos. 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

DOUTRINA UMBANDISTA - PARTE 7

                      Xangô e seus Desdobramentos


Xangô

Orixá da justiça, do discernimento, do conhecimento, do estudo de maneira geral, do método,do equilíbrio de forças ligadas a questões de Justiça e questões burocráticas. Orixá da paz e da religião.
O dia da semana dedicado a Xangô é a quarta-feira, por ter sido associado ao planeta *Mercúrio*, que rege a quarta-feira e é o planeta da energia mental.

Os seus elementos são o ar e a terra, seu reino a pedreira e a força da natureza que o representa é o trovão. Suas cores são o marrom, o cinza (as cores das pedreiras) e ainda o roxo (a cor que o Orixá vibra e irradia, denotando assim grande equilíbrio e sentido de religiosidade).

A Orixá de equilíbrio, ou Orixá par ou ainda complementar, é Iansã; porque enquanto Xangô é o método, Iansã é o pensamento rápido, a flexibilidade.

O seu dia é 30 de setembro por ter sido sincretizado no Rio de Janeiro com São Jerônimo.
Entretanto, dependendo do rito, Xangô também é sincretizado com São Pedro, São João e Santo Antônio, mas para nós o que importa verdadeiramente é a vibração de Xangô, pura e simplesmente.

Existem inúmeros desdobramentos de Xangô, mas não estão relacionados somente as combinações de outras forças, mas ao equilíbrio das mesmas (poderíamos ousar afirmar que esta seria a principal função deste Orixá em nível de natureza), assim temos: (citarei alguns desdobramentos de Xangô)  Xangô Djacutá – regência geral da linha de Xangô (sem sincretismo). Grosso modo seria a própria pedreira. Harmonia com Oxoce.

Xangô Alafim-Eché – corresponde a São Jerônimo, dia 30 de setembro. 
A especialidade dos seus enviados reside em auxiliar oradores intelectuais. 
Este desdobramento consiste na atuação junto a necessidade de fazer cessar as tempestades (atuando como energia refreadora) atuando em harmonia com Iansã.

Xangô Alufam – corresponde a São Pedro, dia 29 de junho. Encaminhador das almas desencarnadas, atuando juntamente com Omulu na justiça e organização dessa atividade.

Xangô Agodô – corresponde a São João Batista, dia 24 de junho. 
Preside as cerimônias de fé e de batismo. 
Grande auxiliar das intuições puras, atuando harmoniosamente com Oxum.

Xangô Aganju – corresponde a São José, dia 19 de março.
 Protetor dos lares e da harmonia conjugal atuando harmoniosamente com Iemanjá.

Xangô Abomi – corresponde a Santo Antônio, dia 13 de junho.
Esse desdobramento atua principalmente no equilíbrio de raciocínio e método.
Evocado com grande êxito nas horas de grande aflição.
Atuando em harmonia com Ogum.

Importante ressaltar que as definições ou descrições dos diferentes desdobramentos de Xangô, assim como com os dos demais desdobramentos de cada Orixá, são apresentadas muito mais com objetivos didáticos do que litúrgicos, pois a essência de cada Orixá permanece sempre a mesma em todos os seus desdobramentos e momentos de atuação.
Saudação: Kaô Kabecile! Kaô Kabecile = Salve o Rei (senhor) de Oyó (cidade na África) ou ainda para Pierre Verger: "Venham ver e admirar o Rei."